Dal Pizzol

ESPUMANTE BRUT
Processo Champenoise

Características
Temperatura de Serviço
Elaboração
Origem
Variedades
 
 

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Características:
Sua coloração é amarela com reflexos dourada, límpida e brilhante, espuma abundante e persistente, belíssimo perlage de finas e numerosas borbulhas. O aroma é complexo sobressaindo-se o tostado e a levedura, com toques lembram frutas como pêssego maduro, amêndoas e torradas. No paladar apresenta um franco ataque de acidez e logo após nota-se uma sensação de harmonia. Este espumante apresenta boa estrutura, equilíbrio e corpo, resultante do longo amadurecimento contato com as leveduras.
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Temperatura de serviço:
Aconselha-se beber o espumante entre 3 a 7 °C.
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Elaboração:
Dal Pizzol Brut foi elaborado com uma seleção de grandes vinhos das cepas Chardonnay que dá elegância e finesse, Pinot Noir (Blanc de Noir) responsável pelo corpo, estrutura e persistência, e Sylvaner completando com um leve toque de acidez e sutileza de aromas. A champanhização foi realizada na própria garrafa através do Método Traditionelle (Champenoise), lentamente e na temperatura adequada com minucioso controle. Dessa criteriosa combinação, encontramos neste espumante classe, elegância e uma agradável sensação de refrescância. Parte-se de um vinho base , adiciona-se o açúcar, os clarificantes e as leveduras (licor de tiragem), que são essenciais para o processo de refermentação. Da quantidade de açúcar agregado, vai depender a pressão final do espumante. O engarrafamento é feito nas mesmas garrafas que o produto será comercializado. As garrafas são fechadas com tampas metálicas, que serão removidas posteriormente. O “Prisse de Mousse” é o nome dado a Segunda fermentação. A transformação do açúcar em álcool desprende gás carbônico que ficará contido na garrafa. Essa fermentação é muito lenta (4 a 6 semanas), com a garrafa na posição horizontal e temperatura em torno de 12 a 13°C, o que favorece a boa combinação do gás com o vinho. Após isso, as leveduras tendem a se depositar no fundo das garrafas ajudadas pela ação do clarificante. Neste momento, deixa-se o produto em contato com as leveduras por um período que varia de 1 ano e meio a 2 anos, onde ocorre a autólise das leveduras, com a liberação de aminoácidos, que incorporam ao produto um aroma especial. Finalizada a etapa da autólise, as garrafas que estavam acondicionadas nas caves, são retiradas, agitadas para homogeneizar o líquido e colocadas nos pupitres na posição levemente inclinada e com gargalo voltado para baixo. A cada semana as garrafas são giradas no sentido horário 1/8 de volta avançando ligeiramente no pupitre, o que ocasiona a elevação em direção à posição vertical. Com essa operação, os resíduos são colocados lentamente em direção à boca. Finalizada esta etapa, que tem uma duração variável em função da técnica utilizada, os resíduos já se encontram retidas na tampa especial de metal e aguardam a retirada das mesmas. Terminada a “remuage”, os gargalos são congelados a ponto de atingir apenas os sedimentos acumulados. Forma-se assim um tampão de gelo que retém as impurezas e permite inverter a garrafa. Retira-se a coroa e a pressão que se desprende provoca a expulsão do tampão, arrastando junto às impurezas. Devido à baixa temperatura, a perda de pressão é praticamente nula, podendo-se assim adicionar o licor de expedição. O passo seguinte é a colocação da rolha, da gaiola, do rótulo e a liberação do produto para a comercialização.
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Origem:
Contam os historiadores que o vinho da região de Champagne, na França, muitas vezes apresentava uma natural efervescência. A gaseificação natural devia-se à precocidade da colheita da uva, devido à maturação precipitada dos grãos, sendo o vinho engarrafado antes de sua completa fermentação. O vinho de Champagne é, provavelmente, o vinho mais antigo dos espumantes de que temos conhecimento. Foi então que a história consagrou Dom Perignon, como primeiro artífice do controle do método de elaboração do espumante. Sua colaboração se concentra na idéia de realizar o assemblage, mistura entre dois ou mais vinhos, inclusive entre tintos e brancos. A substituição de tampões pelas rolhas de cortiça presa com arames e a fermentação controlada por açúcar e fermentos. Outra colaboradora foi a da Viúva Clicquot, que, em meados do século XIX, idealizou o método de eliminar turbidez e os resíduos que permaneciam nas garrafas. Criou os pupitres, a remuage e o dégorgement. E com Pasteur, inicia a era científica do espumante, com o conhecimento das leveduras, estudo do seu comportamento e classificação. No Brasil, desde 1913 até os meados da década de 50 os espumantes eram elaborado somente pelo método Champenoise. A partir de 1956 foi pelo Método Charmat, de menor custo e elaborado em maiores quantidades. Atualmente tem-se retomado a produção pelo método Champenoise, resultando em espumantes de alta qualidade e premiados internacionalmente.
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Variedades:
Chardonnay – variedade francesa da região de Borgonha, na França, cujas uvas são utilizadas na elaboração dos seus famosos vinhos e, juntamente com a Pinot Noir, faz parte do vinho base para a elaboração dos nobres vinhos espumantes de Champagne. Variedade que proporciona grande riqueza de aromas que ganham complexidade com o envelhecimento, gosto persistente, harmonioso, com retrogosto bastante longo. Pinot Noir – O berço do Pinot Noir é a Borgonha, na França, onde é utilizada na elaboração de vinhos tintos que gozam de alto conceito internacional. Ainda na frança, ocupa lugar de destaque também na elaboração de Champagne, originando, juntamente com o Chardonnay, os famosos espumantes da região. É uma variedade tinta vinificada em branco, ou seja, sem contato da película com o mosto para a elaboração do espumante. Este vinho base é o que dá estrutura ao espumante. Sylvaner – Embora haja controvérsias sobre a origem da Sylvaner, há maiores evidências de que seria uma cultivar austríaca. É cultivada, sobretudo na Europa Central. É utilizada na elaboração de vinho branco varietal. O vinho resultante é seco, de aroma pouco intenso. Seu frescor, frutosidade, acidez viva, são atributos que se apresentam em sua plenitude quando jovem. As características deste varietal agregam uma sutileza de aromas ao espumante.
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