Características do Vinho:
Na análise visual, apresenta límpido e brilhante, de coloração amarelo com reflexos esverdeados.
Quanto ao perlage ou efervescência, demonstra um excelente desprendimento de gás carbônico,
formando borbulhas pequenas, espuma abundante e duradoura. No aroma, caracteriza-se por uma
complexidade de frutas provenientes do vinho base; notas cítricas e a leveduras, pão tostado,
adocicado, devido ao processo de elaboração. Quanto ao paladar, inicialmente apresenta uma
refrescância provocada pelo gás carbônico e a acidez do produto, seguindo para um final de
boca macio e suave bastante equilibrado, lembrando características que se assemelham ao
Champenoise devido a sua particularidade de elaboração.
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Recomendações Gastronômicas:
Além de brindes festivos este espumante é ótimo para acompanhar aperitivos leves e com frutas.
Perfeito para harmonizar com massas, pratos orientais em geral, pescados e frutos do mar.
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Temperatura de Serviço:
Aconselha-se beber o espumante entre 3 °C a 7 °C.
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Elaboração:
O Espumante Brut “Dal Pizzol” é obtido pelo Método Charmat Longo. Elaborado a partir de
um vinho base de Pinot Noir e Chardonnay mais evoluidos, agregado de açúcar e leveduras,
dando início ao processo de refermentação, o qual é realizado em autoclaves a uma temperatura de
13°C a 15°C. Após a segunda fermentação, este espumante permanece por um período de 90 dias em
contato com as leveduras a fim de atribuir características distintas ao produto.
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Origem:
É denominado Método “Charmat” devido ao nome do engenheiro francês, que no início do século introduziu
este método ao Plano Industrial. Esta prática caracteriza-se pela fermentação em grandes recipientes
e é largamente empregada para a elaboração de espumantes de uvas aromáticas e vinhos espumantes
jovens de uvas não aromáticas.
Este método é baseado no uso, durante a fermentação, de tanques de aço inox resistentes a pressão
(autoclaves). Aos quais é transferido o vinho base, adicionado de açúcar e culturas de leveduras
selecionadas para desenvolver a refermentação, que pode durar de alguns dias a alguns meses,
dependendo do produto que pretende-se obter. Durante este período as leveduras transformam o
açúcar em álcool e gás carbônico. Como não há liberação deste gás, ele permanece no produto,
formando as borbulhas ou perlage. Terminada a refermentação o espumante é refrigerado, clarificado,
filtrado e engarrafado isobaricamente (sem perda de pressão).
A industria vinícola tem aportado ao processo algumas inovações para adaptá-lo aos diversos tipos
de espumante. A variante mais significativa vem do tempo de contato entre o vinho e as leveduras
após a refermentação. Usualmente utilizam-se dois método de elaboração.
Charmat Longo: Caracteriza-se pela permanência do espumante sobre as leveduras por um
período que pode ser de alguns meses até um ano, a uma temperatura de 12°C a 15°C.
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Variedades:
Chardonnay – variedade francesa da região de Borgonha, França, cujas uvas são utilizadas
na elaboração dos seus famosos vinhos, e, juntamente com a Pinot Noir, faz parte do vinho base
para a elaboração dos nobres vinhos espumantes de Champagne. Variedade que proporciona grande
riqueza de aromas que ganham complexidade com o envelhecimento, gosto persistente, harmonioso,
com retrogosto bastante longo.
Pinot Noir – O berço do Pinot Noir é a Borgonha, na França, onde é utilizada na
elaboração de vinhos tintos que gozam de alto conceito internacional. Ainda na frança,
ocupa lugar de destaque também na elaboração de Champagne, originando, juntamente com o
Chardonnay, os famosos espumantes da região. É uma variedade tinta vinificada em branco,
ou seja, sem contato da película com o mosto, para a elaboração do espumante. Este vinho base
é o que dá estrutura ao espumante.
Riesling Itálico – Sua origem não está bem determinada, mas na Itália, principalmente em Veneza,
Pávia, Udine, Treviso e Bolzano, sua importância é capital na elaboração de vinho fino de mesa.
Muito difundido na viticultura gaúcha, onde atinge alta produtividade, faz parte da história dos
vinhos brasileiros, por ter sido a primeira casta nobre utilizada no preparo de varietais brancos.
Esta variedade origina vinhos de caráter jovem, frutado, fresco, paladar aveludado, sendo geralmente
seco ou meio seco.
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