Características do Vinho:
Vinho exuberante, seco, de cor amarelo com reflexo dourado. Equilibrado,
com aroma particular que lhe confere perfume exclusivo e exótico, lembrando
rosas e especiarias. Proporcionando na boca agradável frescor, boa persistência
e excelente retrogosto.
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Recomendações Gastronômicas:
Deve ser acompanhado por pratos levemente condimentados como massas com frutos do mar,
carnes brancas, peixes, frutas, sobremesas e também queijos tipo brie, camembert e Roquefort.
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Temperatura de Serviço:
Um vinho sedutor, deliciosamente aromático, é aconselhável consumí-lo na temperatura de 6 a 10 °C.
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Elaboração:
As uvas passaram por esfriamento e câmara fria antes de serem desengaçadas e prensadas.
Adicionou-se levedura selecionada. Este vinho sofre um processo diferenciado de elaboração.
Passa por um período curto de (6 horas) maceração a fim de concentrar e extrair mais aromas
e lhe proporcionar uma coloração acentuada e uma melhor estrutura. Terminada a fermentação
alcoólica, realizou a malolática, foi estabilizado, filtrado e engarrafado.
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Origem da Cepa:
Sobre as origens desta cepa existem diferentes versões. A mais aceita é a que atribui sua
origem no povoado de Tramin, no Tirol Italiano (Termeno) ao sul do lago Caldaro. De lá,
propagou-se para a Áustria, Alemanha, Itália, Alsácia, etc. No Palatinat (Alemanha) teriam
sido selecionados diferentes clones, um dos quais apresentou uma intensidade nitidamente
maior de aroma, tendo sido acrescentado ao nome Traminer a expressão “Gewurz” (alemão)
resultando Gewurstraminer, significando o Traminer mais aromático.
No Brasil os pioneiros foram os dois imigrantes italianos Annuncio Ungaretti e Antonio Pieruccini,
em 1886 que trouxeram da Itália, entre outras a Traminer e a cultivaram no vinhedo deste último nos
arredores de Caxias do Sul. Pieruccini, Toscano, natural de Luca foi certamente o precursor do
vinhedo em espaldeira desta Região, do qual foi ardoroso defensor e ao mesmo tempo crítico veemente
da pérgola ou latada por considerá-la inadequada a este clima.
Somente em 1978 a Maison Forestier trouxe em sua coleção a Gewurztraminer e passou a difundí-la junto aos produtores da Região; onde é cultivada com muitas dificuldades.
Os vinhos Gewurztraminer mais famosos encontram-se no Tyrol Italiano, na Áustria, Alemanha e Alsácia.
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