Características do Vinho:
Coloração amarelo-palha, com reflexos esverdeados, perlage persistente,
borbulhas finas e intensas, aromas notadamente floral, lembrando flores
brancas e um toque inconfundível de mel. No paladar apresenta estrutura
leve com excelente equilíbrio açúcar / acidez, constituindo um grande produto.
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Recomendações Gastronômicas:
Este espumante caracteriza-se pela jovialidade. É ótimo para acompanhar
sobremesas, bolos comemorativos, frutas em especial morangos frescos e
uvas, mouses e sorvetes, em ocasiões festivas, happy hours, etc.
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Temperatura de Serviço:
Devido a sua doçura e ao aroma intenso, este espumante deve ser servido bem
fresco, de 4° a 6° C.
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Elaboração:
Este Espumante aromático e apresentam uma agradável doçura é elaborado
com uvas finas de variedades Moscatel pelo tradicional “Processo Asti”.
A elaboração se utiliza de diversas etapas. Após obter um mosto límpido e de qualidade,
tem-se que refrigerá-lo, para evitar que se inicie a fermentação. Posteriormente, em
tanques de aço inoxidável de paredes espessas (autoclaves), que permitem aprisionar o
gás carbônico a altas pressões, adicionam-se as leveduras para dar início à fermentação
alcoólica, esta ocorre sob baixas temperaturas (cerca de 10 °C) e, inicialmente, sem
aprisionamento do gás carbônico, o qual resulta na formação de álcool. Mais adiante,
as válvulas são fechadas até obter-se cerca de 5 atmosferas de pressão e 7 a 9% de
álcool. Neste ponto, a fermentação é interrompida através da redução brusca da
temperatura (até 0 °C) e da filtração esterilizante - restando cerca de 65 a
75 gramas de açúcar - natural do mosto - que irá atribuir a doçura ao espumante.
A seguir, em condições controladas de pressão, é feito o engarrafamento e, na
seqüência, a rotulagem.
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Origem:
Giovan Batista Croce, milanese, se instalou na cidade de Torino em fins de 1500.
Era joalheiro e trabalhava para o Duque de Savoia, Emanuele I. Giovan, proprietário
de uma pequena parcela de terra, iniciou o cultivo de uvas e a produção de vinho
branco doce, aromático e de baixa graduação alcóolica, logo famoso e conhecido
como Moscato d'Asti.
Ao longo dos anos, Giovan pesquisou técnicas e desenvolveu equipamentos para esmagamento e
prensagem das uvas. Desenvolveu as fermentações parciais sem entende-las totalmente e
finalmente aperfeiçoou a aplicação do frio durante o processo de elaboração.
Giovan foi o precursor das técnicas piemontesas de elaboração de vinhos brancos aromáticos
e doces. Em 1865, Carlo Gancia, incorporou da França, as técnicas de espumantização dando
nascimento ao Moscato Spumante doce e aromático. Gancia solucionou o problema da estabilidade
biológica do produto através da técnica da inoculação sucessiva de leveduras.
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