Características do Vinho:
Vinho de varietal nobre, nos mostra uma cor vermelho-viva, aroma de frutas vermelhas:
como groselhas, amoras pretas e vermelhas e cerejas maduras, características típicas do
varietal.
Na boca apresenta-se elegante; taninos aveludados, final longo ao sabor de frutos vermelhos, com
boa harmonia entre corpo e estrutura, bom equilíbrio entre álcool, acidez e taninos; com uma bem
vinda adstringência que lhe dá frescura e persistência próprias de sua juventude.
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Recomendações Gastronômicas:
Harmoniza-se muito bem com massas com molhos diversos, pescados, escargot, assados,
filés, defumados, carneiro, strogonoff, frango ao molho e queijos Camembert, Chedar,
Colonial e Gorgonzola.
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Temperatura de Serviço:
Ideal para ser consumido entre 14 à 16°C.
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Elaboração:
A colheita das uvas foi realizada nos primeiros dias do mês de fevereiro de 2005.
Após refrigeradas as uvas foram desengaçadas e prensadas. Devido a baixa temperatura,
o trabalho de fermentação iniciou-se lentamente, mantendo-se estável entre 25 °C a 28 °C
durante 12 dias. Nesse período, em que o mosto esteve em maceração com o bagaço ocorreram
remontagens periódicas até ser descubado. Os vinhos resultantes apresentam-se estruturados
com maior intensidade de aroma, cor e corpo.
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Origem da Cepa:
O berço da cepa Pinot Noir é a Borgonha, na França, onde é utilizada na elaboração de
vinhos tintos que gozam de alto conceito internacional. Ainda na França ocupa lugar de
destaque também na região de Champagne, originando, juntamente com a Chardonnay, os
famosos vinhos espumantes da região. Por ser uma cultivar de maturação precoce,
capaz de completar o ciclo em regiões mais setentrionais da Europa. É a principal
uva tinta cultivada, especialmente na região de Baden. Está presente em todas as
regiões vitícolas da Suíça e também é bastante difundida na Itália, principalmente
nas regiões vitícolas do norte (Aosta, Asti, Bolzano, Trento, Verona, Pordenone e Trieste).
No continente americano, é cultivada nos Estados Unidos, Chile, Argentina e Uruguai.
No Brasil, existem coleções ampelográficas há mais de sessenta anos. Seu cultivo
comercial, entretanto, só passou a ter expressão a partir do final da década de 1970,
coincidindo com o incremento no plantio de viníferas finas no Rio Grande do Sul.
A produção no Estado teve evolução lenta até 1984; cresceu mais significativamente
a partir de 1985. Via de regra, em regiões de clima temperado, origina vinho tinto
de alta qualidade, com bouquet agradável, acentuado e coloração, em geral pouco
intensa. É amplamente utilizada na elaboração de vinho tinto varietal e de espumante.
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