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Origem da Cepa: Chardonnay Uva originaria da França, das regiões de Borgonha e Champagne. A França ainda hoje é o maior produtor desta casta. É conhecida como rainha das brancas utilizadas na elaboração dos famosos vinhos da Borgonha e, e juntamente com o Pinot Noir, na elaboração dos vinhos espumante de Champagne. A Chardonnay também é bastante cultivada na Califórnia, e outros países vitícolas. No Brasil foi introduzida há várias décadas; porém, comercialmente, é de propagação recente. No Rio Grande do Sul, foi em 1981 o marco inicial da vinificação desta variedade. A partir daí, sua produção vem aumentando rapidamente, sendo que em 1992 foram vinificadas 3.127 toneladas no estado. Adaptou-se ao solo e ao clima da Serra gaúcha, apresentando uma ótima maturação. É uma variedade precoce sendo, por isso, suscetível aos efeitos das geadas tardias. Seguramente, a sua produção será ainda bastante incrementada nos próximos anos, pois, como vinífera nobre, tem-se destacado como matéria prima para a elaboração de vinho varietal fino e tendo grande destaque na elaboração do vinho base do espumante. Origem da Cepa: Riesling Itálico Existem citações de que a cepa, também conhecida como Walchriesling, seria originaria da região de Champagne, na França, onde teria sido levada para a Áustria, Hungria e Itália. Contesta-se, entretanto, essa hipótese, visto que não existem referência sobre esta casta na ampelografia francesa. Trata-se, portanto, de uma cultivar de origem desconhecida. Tem importância na Itália, especialmente em Veneza, Paiva, Udine, Treviso e Bolzano. No Brasil, destaca-se como uma das variedades brancas mais importantes. Difundiu-se na região vitícola da Serra Gaúcha a partir de material importado em 1900 pela Estação Agronômica de Porto Alegre. Foi cultivada em área restritas até 1973. A partir desta data, sua produção foi significativamente incrementada, chegando a 11.632 toneladas de uvas vinificadas em 1990. Faz parte da historia dos vinhos finos brasileiros, pois foi a primeira casta nobre a ser utilizada na elaboração do vinho branco varietal. Elaboração: O mosto deste vinho foi obtido através do desengace e prensagem direta das uvas. Após, submetido a clarificação, decantação e adição leveduras selecionadas. Este vinho requer um controle rigoroso de temperatura, que varia de 15 a 18 °C , e limpeza do mosto antes e durante a fermentação, para aumentar e ressaltar os aromas secundários. Este vinho realizou a fermentação malolática, passou por um pequeno período de amadurecimento sobre suas borras finas ( 04 meses ), posteriormente estabilizado, filtrado e engarrafado. Características do vinho: Vinho de aspecto brilhante, com coloração amarela palha e reflexos esverdeados. Aroma pronunciado, com notas florais e destacando principalmente aromas de frutas verdes, como maçã e frutas cítricas. Ao paladar nota-se um vinho leve, bom volume, estrutura, de agradável frescor, equilibrado e elegante. A persistência do sabor é média/longa. Recomendações gastronômicas: Bom para acompanhar massas com molhos brancos, frutos do mar, peixes pouco e bem condimentados, lagosta, salmão, ostra, caviar, canapés finos, entradas, prato de frios, fondue de queijo, frutas frescas, queijos tipo brie, camembert, ideal para ser servido em happy hours. Temperatura de serviço: Vinho branco, delicado, recomenda-se servi-lo entre 6 a l0 °C. Disponível em embalagens tipo Bag-in-box de 03 Litros e garrafas de 750 ml e 375 ml.
Dal Pizzol Vinhos Finos - Adega e Parque Temático