Dal Pizzol Pinot Noir 2010: Uma nova safra, um novo sabor - Dal Pizzol Vinhos Finos
Jovem tinto da Dal Pizzol chega ao mercado com produção limitada. A safra 2010 já pode ser degustada. Chega ao mercado o Dal Pizzol Pinot Noir 2010, o jovem tinto que traz em seu aroma e paladar o frescor de uma colheita que começou ainda com a retirada dos primeiros cachos no início do mês de fevereiro. Em dose única, os 15 mil litros do vinho podem ser degustados através das 20 mil garrafas que daqui em diante serão distribuídas por todo o Brasil. Quem deseja aproveitar e ...

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Dal Pizzol Pinot Noir 2010: Uma nova safra, um novo sabor

26 de junho de 2010

Jovem tinto da Dal Pizzol chega ao mercado com produção limitada.

A safra 2010 já pode ser degustada. Chega ao mercado o Dal Pizzol Pinot Noir 2010, o jovem tinto que traz em seu aroma e paladar o frescor de uma colheita que começou ainda com a retirada dos primeiros cachos no início do mês de fevereiro. Em dose única, os 15 mil litros do vinho podem ser degustados através das 20 mil garrafas que daqui em diante serão distribuídas por todo o Brasil.

Quem deseja aproveitar e saborear mais esta variedade da Dal Pizzol pode procurar casas especializadas, restaurantes e hotéis de todo o Brasil, além do varejo na própria cantina. Com 12% de graduação alcoólica, o vinho apresenta coloração vermelho cereja, com reflexos violáceos e brilhantes. Varietal de casta nobre, proporciona um aroma franco, persistente, delicado e elegante, de frutos vermelhos bem maduros como amoras, groselhas e cerejas. Ao paladar, persistência e corpo medianos, com taninos macios; redondo, equilibrado e harmônico. O vinho apresenta estrutura intensa de aroma, cor e corpo.

Indicado para acompanhar massas com molhos diversos, pescados, escargot, assados, filés, defumados, carneiro, strogonoff, frango ao molho e queijos Camembert, Chedar, Colonial e Gorgonzola, o Dal Pizzol Pinot Noir 2010 é ideal para ser consumido com temperatura que varia entre 14ºC e 16ºC.

Elaboração
A colheita das uvas foi realizada nos primeiros dias do mês de fevereiro. Após refrigeradas, as uvas foram desengaçadas e prensadas. Parte das cascas, onde o mosto foi escorrido para a elaboração do vinho base espumante, foram agregadas ao mosto elaborado pelo processo tradicional.

Devido à baixa temperatura, o trabalho de fermentação iniciou lentamente, mantendo-se estável entre 20°C a 25°C durante cinco dias. Nesse período, em que o mosto esteve em maceração com o bagaço, ocorreram remontagens periódicas até ser descubado.

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